Rádio Harpa cristã

Troféu Promessas 2012 abre votação popular

Serão 11 categorias premiadas entre elas Melhor Cantor, Melhor Grupo, Artista Revelação, Melhor CD e outras.

FELIZ NATAL!

O Assú gospel Deseja a todos um Feliz Natal!

Assembleia de Deus em Belém do Pará comemora 101 anos

A Igreja-Mãe vai realizar comemorações especiais que marcam essa data tão importante para o ministério

Louvando a Deus na adversidade

Texto base: Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, meu Salvador e meu Deus” (Salmo 42:5).

Thalles Roberto concorre ao Prêmio Multishow 2012

O cantor evangélico Thalles Roberto foi indicado a cinco categorias do Prêmio Multishow 2012 que vai premiar os melhores representantes da música brasileira.

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24 de outubro de 2012

A unidade na diversidade


Uma sexta razão para considerar a Bíblia como a Palavra de Deus revelada é a extraordinária unidade desse livro. Esse argumento é antigo, mas sólido. É do tipo que cresce em força quanto mais se estudam os documentos. A Bíblia é composta de 66 livros, escritos num período de aproximadamente 1500 anos (1450 a.C. a 90 d.C.) por mais de 40 pessoas. Esses indivíduos provinham de diferentes níveis da sociedade e de diversas origens. Alguns eram reis. 


Outros eram políticos, sacerdotes, profetas, um coletor de impostos, um médico, um fazedor de tendas, pescadores. Se perguntados sobre absolutamente qualquer assunto, eles teriam tido pontos de vista os mais diversos, como as opiniões de pessoas que vivem hoje. Contudo, juntos produziram um volume que é uma unidade maravilhosa em termos de doutrina, pontos de vista históricos, ética e expectativas. É, em resumo, uma única narrativa sobre redenção divina, que começou em Israel, centrada em Jesus Cristo, e culmina com o fim da história. A natureza dessa unidade é importante. Como assinalou R. A. Torrey:


Não é uma unidade superficial, mas uma unidade profunda. Na superfície, por vezes encontramos aparente discrepância e desacordo, mas, à medida que estudamos, a aparente discrepância e o desacordo desaparecem, e surge uma unidade profunda subjacente. Quanto mais profundamente estudamos, mais completa descobrimos ser a unidade. Esta é também orgânica — quer dizer, não é a unidade de uma coisa sem vida, como uma rocha, mas de algo vivo, como uma planta. Nos primeiros livros da Bíblia temos o pensamento germinador; quando continuamos a leitura, vemos a planta, mais à frente o botão, depois a flor, e mais tarde o fruto maduro. Em Apocalipse encontramos o fruto maduro de Gênesis. (Torrey, 1904- 1906, p. 26)


O que sustenta essa unidade? Só há uma coisa capaz de fazê-lo: a mente perfeita, soberana e orientadora de Deus por trás dos esforços de mais de 40 autores humanos.


BOICE, James Montgomery. Fundamentos da fé cristã. Rio de Janeiro: Central Gospel, 2011, p. 55.



Autor: James Montgomery Boice

31 de agosto de 2012

Aprofundamento bíblico

Buscando a direção de Deus

Considero duas situações relevantes quando o assunto é compreender a direção do Senhor para nossa vida: as decisões tomadas com a orientação de Deus e as tomadas sem ela. 

Quando tomamos decisões sem antes buscar a direção do Senhor, seguimos o nosso raciocínio lógico, deixamos que as emoções nos dirijam e tendemos a trilhar o caminho mais fácil. Consequentemente, perdemos a visão espiritual e preocupamo-nos apenas com o que é imediato. 

Em Seu sermão sobre a ansiosa solicitude pela vida, em Mateus 6.25, Jesus não criticou a luta para suprir as futuras necessidades materiais, mas reprovou a ansiedade, a preocupação angustiosa: Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir.

O homem pode ser enganado pelos seus próprios desejos. Infelizmente, até cristãos se têm deixado conduzir pelos sentimentos, desejos e pelas concepções próprias, tomando atitudes precipitadas; alguns têm baseado a sua fé puramente nas emoções. 

As emoções são importantes e devem ser consideradas. Inclusive, a Palavra de Deus afirma que a paz é o árbitro (Cl 3.15). Contudo, as emoções, sozinhas, podem até atrapalhar nossa capacidade de raciocinar com clareza. Portanto, não permitamos que elas dirijam a nossa vida. 

A razão também é falha. Raramente poderá, sozinha, levar-nos a uma escolha acertada. Quem é dirigido só pela razão e/ou pelas emoções está fadado ao fracasso, pois suas escolhas são feitas com base apenas no que ele entende. Assim, precisamos submeter nossas escolhas e decisões a Deus e recorrer à Sua Palavra, para descobrir o melhor caminho a seguir.

Nós vivenciamos o “aqui e agora”, mas Deus sabe exatamente o que ocorrerá depois. O Senhor é onisciente e presciente, sabe de tudo antecipadamente. Devemos, portanto, entregar a direção da nossa vida ao nosso Criador, sendo obedientes à Sua Palavra e à Sua voz, pois o Senhor guiará os nossos passos, e o sucesso será uma consequência. 

Quando o Senhor está na direção de nossa vida, podemos continuar caminhando neste mundo com paz e segurança, certos de queJeová Jireh suprirá nossas necessidades, porque Deus não muda. Aquele mesmo Senhor que abriu o mar Vermelho e alimentou Israel durante os 40 anos que este povo peregrinou no deserto cuida de nós e supre as necessidades espirituais, emocionais e materiais de todos quantos entregam sua vida a Ele.

Então, entreguemos nossa vida a Cristo, estudemos a Palavra e oremos antes de tomarmos qualquer decisão. Aguardemos Sua resposta, porque o Senhor prometeu: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre (Mt 7.7,8).


Autor: Silas Malafaia